O Trilho do Guerreiro privilegia a passagem em caminhos públicos, tradicionais e antigos, enveredando pela aldeia de Vilar, o rio Beça, as poldras de atravessamento do rio Beça, o Castro do Outeiro Lesenho e a Mamoa de Chã do Lesenho (monumento funerário megalítico).

Mamoa de Chã do Lesenho. Foto TR/VB

Tem uma extensão total de 16,2 km e é circular, tendo o seu início e fim no Boticas Parque – Natureza & Biodiversidade. O percurso acompanha a margem direita do rio Beça e segue para a aldeia de Vilar, dirigindo-se, depois, para o Castro do Outeiro Lesenho, classificado como Imóvel de Interesse Público. Trata-se de um povoado fortificado que se instalou num outeiro a cerca de 1070 m de altitude, tendo sido ocupado desde a Idade do Ferro até ao Período Romano. Nesse local, encontra-se uma réplica das quatro estátuas originais do Guerreiro Galaico, esculpidas em granito, atualmente visitáveis no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa. De seguida, a Rota reencontra a margem direita do rio Beça até regressar ao Boticas Parque – Natureza & Biodiversidade.

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FONTEMunicípio de Boticas