Com uma surpreendente diversidade de paisagens e património, a “Caminhada dos seis mil anos”, combina património natural, arqueológico e arquitetónico, num período que compreende cerca de seis mil anos.

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Gravuras rupestres do Alto da Seara. Foto TR/VB

a CAMINHADA combina património natural, arqueológico e arquitetónico, num período que compreende cerca de seis mil anos.

Desde as gravuras rupestres, da chamada Arte Atlântica, que genericamente se reconhece ter sido produzida pelas comunidades que ocuparam o território entre os 4.º e 1.º milénio a.C., aos povoados fortificados da Idade do Bronze e Ferro (castros), passando pelo património deixado pela ocupação romana, a Idade Média, Idade Moderna e presente.

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Via Romana XVII. TR/VB

No percurso com cerca de 25 km, que serpenteia a Serra do Leiranco e atravessa o vale superior do Rio Terva, será possível conhecer os castros do Brejo e Nogueira, a via medieval e o castelo das Fragas da Contenda, troços da via romana XVII, as gravuras rupestres do Alto da Seara, o povoado mineiro das Batocas, o aqueduto do Alto da Abobeleira, as escombreiras de Bobadela e as minas antigas do Limarinho, do Poço das Freitas e do Brejo, onde se identificam ‘cortas’ de desmonte a céu aberto, inúmeras bocas de galerias e de poços numa paisagem recortada por trincheiras e dominada por bosques de carvalhos.

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Pormenor da Casa dos Arcos, Bobadela. Foto TR/VB

O novo roteiro (para navegação GPS), que será publicado em 2022, resulta de uma seleção de sítios do Parque Arqueológico do Vale do Terva (PAVT) e pretende ser um contributo para a divulgação do património e desenvolvimento do turismo arqueológico no concelho.

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